segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Romanceira Flor da Vila vence o 16º Canto da Terra

Encerrou-se na madrugada desta segunda-feira, 30 de outubro, a décima sexta edição do Canto da Terra, um dos mais importantes festivais da nossa região e berço de muita gente boa, como Rogério Melo, Ita Cunha, Jean Kirchoff entre outros.

Tive o privilégio de fazer parte da Comissão Avaliadora, ao lado dos amigos Osmar Proença, Jorge Leal, Luciano Rodrigues e Jucas Castilhos, sob a competente direção do Presidente do Festival, o poeta Glauco Lemos.

As músicas e participantes premiados foram as seguintes:

PRIMEIRO LUGAR:  Romanceira Flor da Vila
Letra: Edilberto Teixeira (in memorian)
Melodia: Carlos Cleber Leal
Interpretação: Camila Balconi

SEGUNDO LUGAR: Fim de Tarde
Letra: Francisco Luzardo
Melodia: Arthur Leal
Interpretação: Gabriel Jardim
 
TERCEIRO LUGAR: Das Cruzes
Letra: Mário Lucas e Dalvan Medina
Melodia: Diego Camargo
Interpretação:Anderson Marques
 
MÚSICA MAIS POPULAR: Sucareiro
Letra: Valdir Eguilhor
Melodia:  Carlos Cleber Leal
Interpretação: Fernando Sacol 

MELHOR POESIA: Fim de tarde, 
Francisco Luzardo

MELHOR INSTRUMENTISTA:  Osvaldo Vieira
 
MELHOR INTÉRPRETEGabriel Jardim

MELHOR TEMA CAMPEIRO: Regalo a um índio ginete
Autores: Leandro Benedetti/Ulysses Jobim/Rafael Alves
 
MELHOR ARRANJO VOCAL: Aos olhos destes poetas
Letra: Dilon Montardo
Melodia: Diego Camargo
Interpretação: Patricia Posati
 
MELHOR ARRANJO INSTRUMENTAL: Romanceira Flor da vila
 
MELHOR MELODIA: Romanceira Flor da vila 
 
Também foram conhecidas as premiações do 2º Canto Piá.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

VEM AÍ 0 16º CANTO DA TERRA!!!

A 16ª edição do Canto da Terra e 2º Canto Piá, após ter sido adiada, está confirmada  para o mês de outubro, dias 27 e 28,no CTG Lenços Brancos do Bom Fim.

A triagem foi realizada no início do mês e confirmou-se a difícil tarefa de escolher as composições que subirão ao palco do festival, devido a alta qualidade dos trabalhos enviados.



Confira abaixo as concorrentes:

- Aos olhos destes poetas - milonga
(Dilon Montardo/Diego Camargo)

- Das Cruzes - chamamé
(Mário de Lima Lucas/Dalvan Medina/Diego Camargo)


- Fim de tarde - milonga
(Francisco Luzardo/Artur Leal)


- Jornadas - chamarra
(Marlon Oliveira/Bento Nildo Goulart/Diego Vivian)


-Regalo a um ìndio ginete
(Leandro Benedetti/Ulisses Jobim/Rafael Alves)

- De barro e sol
(Alex Silveira/Carlos Madruga)

- Por este mundo de Deus
(Dalvan Medina/Bruno Rosa Teixeira)

- Romanceira Flor da Vila
(Edilberto Teixeira/Carlos Cleber Leal)

- Peão carreteiro
(Lendro Andrade de Lima)

- Termina embaixo da terra
(Joaquim Eguilhor/Anderson Marques/Diego Camargo)

- O negrinho e a parede
(Ednelson Ramos/Alessandro fagundes)

- Minha sina é corre boi
(Bento Nildo Goulart/Felipe Cornel)

- Jornadas
(Marlon Oliveira/bento Nildo Goulart/Diego Vivian)

- Sucareiro
(Valdir Eguilhor/Carlos Cleber Leal)



quarta-feira, 16 de agosto de 2017


Coisa linda é um festival bem organizado! E esta primeira edição do Quatro Tentos da Canção, em São Gabriel, foi um exemplo de organização.
Realizado nas dependencias do CTG Sentinela do Forte, nas noites de 11 e 12 de agosto, com bom público presente, o festival organizado pelos músicos Danner Marinho, Bruno da Rosa Teixeira, Lucas Cornel e Rafael Alves foi brilhante em todos os aspectos. Boa música, bons shows locais, pontualidade nos horários, agilidade de palco e fortes musicas concorrentes.

Dentre as 10 finalistas da fase geral, tivemos a felicidade de ter sido premiado com a música mais popular, MEU CANTO DA TERRA, parceria com o Ulysses Jobim e interpretada pelo jovem e talentoso Gabriel Jardim. Esta música ficou empatada aos olhos do público com a vaneira "Virando os Pelegos", de Mário Lucas e Herlon Saquetto, defendida por Herlon Saquetto. Num gesto de grandeza e incentivo à gurizada que interpretou a primeira, os intérpretes de Virando os Pelegos cederam o troféu de Mais Popular, baita atitude dos amigos Herlon e Juca Castilhos.

Confiram as vencedoras:

RESULTADO FINAL

1º lugar - O corpo e a alma de um poncho", de Joel de Freitas Paulo, Othelo Caiaffo e Ederson Melo, interpretada por Joaquim Brasil
2º lugar - "O andante beija-flor", de Glauco Lemos, Norton França e Arthur Leal, interpretada por Camila Balconi
3º lugar - "Cantiga de Primavera, Tempo e Espera", de Igor Silveira e André Teixeira, interpretada por Gabriel Jardim

Melhor Indumentária - João Victor Nunes
Melhor Arranjo Insturmental - "Luzeiros das Noites Longas", de Mário de Lima Lucas, Dalvan Medina e Diego Camargo
Melhor Intérprete - Joaquim Brasil
Melhor Instrumentista - Mauro Silva
Música Mais Popular - "Meu Canto da Terra" de Ivonir Leher e Ulisses Jobim*
Melhor Conjunto Vocal - "Pelas Searas da Mente", de André Lucas Machado
Melhor Melodia - "O Andante Beija-flor"
Melhor Poesia - "Quando o Tempo nos Remalha", de Rafael Cunha e Mauro Silva
Melhor Tema Campeiro - "A saga de Dom Patrício", de Joel de Freitas Paulo e Diego Vivian

1º Quatro Tentos da Canção Piá
Pré-Mirim Feminino
1º Giovana Vieira de Lima
2º Lauren Saldanha Vieira
3º Micaelly Ribeiro

Pré-Mirim Masculino
1º Jhordan Amilcar Rodrigues Souza
2º Marzo Adriano Monteiro

Piá Taludo Feminino
1º Anna Laura Cornel
2º Izadora Carvalho Mota
3º Lívia Bérgamo

Piá Taludo Masculino
1º Viéri Siqueira de Vargas
2º Miguel Conrad Madrid
 

segunda-feira, 31 de julho de 2017

1º Quatro Tentos da Canção define as músicas participantes

A Comissão Avaliadora do 1º Quatro Tentos da Canção, formada por Rogério Villagran, Felipe Cornel e Alex Haar definiu, na noite deste dia 30 de julho, as 14 composições deste novo festival que acontecerá na Terra dos Marechais, no CTG Sentinela do Forte dias 11 e 12 de agosto. Além das 14 concorrentes, mais quatro suplentes foram selecionadas. Estamos muito felizes por fazer parte desta edição com uma chamarra em parceria com o Ulysses Jobim, Meu Canto da Terra.

Confira as concorrentes:

1 - A saga de Dom Patrício (Joel de Freitas Paulo / Diego Vivian)
2 - Campeando uma véia rica (Jorge da Costa Prado)
3 - Cantiga de primavera, tempo e espera (Igor Silveira / André Teixeira)
4 - Demarcando Corredores (Felipe Oliveira / Juliano Moreno)
5 - Herança (Glauco Lemos / Luciano Rodrigues)
6 - Luzeiros das noites longas (Mario Lucas / Dalvan Medina / Diego Camargo)
7 - Meu canto da terra (Ivonir Leher / Ulisses Jobim)
8 - O andante beija a flor (Glauco Lemos / Norton França / Arthur Leal)
9 - O corpo e a alma de um poncho (Joel de Freitas Paulo / Othelo Caiaffo / Ederson Melo)
10 - Quando o tempo nos remalha (Rafael Cunha / Mauro Silva)
11 - O livro do campo afora (André Lucas Machado / Kristopher Pires)
12 - Pelas searas da mente (André Lucas Machado)
13 - Virando os pelegos (Mario Lucas / Hérlon Saqueto)
14 - Do aço da palavra (Marçal Furian / Raineri Sphor)

SUPLENTES
1 - A tapera do Merêncio (Giovani Gonzales / Gaspar Silva / Marciano Reis Filho)
2 - Sereno (Dalvan Medina / Marcelo Paz Carvalho)
3 - Varando a maior das fronteiras (Felipe Oliveira / Juliano Moreno)
4 - Cabuloso (Igor Silveira)

A Comissão organizadora é formada pelos competentes músicos Danner Marinho, Bruno Teixeira e Rafael Alves!!! "Se lavaram gurizada!!"

CRÉDITO DA FOTO:
BLOG CADERNO 7, BY MARCELO RIBEIRO
http://www.caderno7.com/2017/07/confira-as-classificadas-do-quatro.html 


quinta-feira, 30 de março de 2017

O ADEUS A JOÃO ARI FERREIRA

"Quando partirem do sul, as andorinhas
levando embora este verão, das nossas vidas...
hão de deixar nas primeiras folhas mortas
mansos acenos para o pago em despedida..."


O Rio Grande perdeu no dia de ontem um de seus maiores compositores.
Morreu nesta quarta-feira, em Santa Maria, o compositor nativista e professor João Ari Ferreira, o Sicha. Ele tinha 58 anos e estava internado no Hospital de Caridade do município.


Nascido em Palmeira das Missões, João Ferreira se mudou ainda jovem para Jaguari, onde residia. Ele foi professor de história na rede estadual de ensino. Mas a docência não foi a sua única paixão. Por anos, dedicou-se a compor músicas gaúchas, tornando reconhecido em diversos festivais nativistas do Estado, entre eles a Tertúlia de Santa Maria, o Carijo da Canção de Palmeira das Missões e a Coxilha Nativista de Cruz Alta.

Algumas de suas canções mais famosas são A Lição das Andorinhas, feita em parceira com o cantor Nenito Sarturi, e Reinfância, escrita em parceria com Luis Fernando Gastaldo. Suas composições foram interpretadas por músicos como o próprio Nenito Sarturi e Miguel Marques. 
A morte do compositor causou tristeza no meio artístico gaúcho, especialmente em Jaguari e Santiago, cidades em que seu trabalho era bastante reconhecido. Diversas manifestações de pesar estão sendo publicadas nas redes sociais por amigos e fãs. 

 João Ferreira lutava há alguns anos contra problemas no fígado. A causa da morte foi falência de múltiplos órgãos. O seu sepultamento ocorreu às 10h desta quinta, no cemitério de Jaguari. 


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Galpão




Galpão...

Templo quinchado pras inverneras da pampa

Pedaço de história , de tempos já esquecidos...

De homens que ali viveram, contaram causos,

Chimarrearam, e adormeceram pra vida.

Homens da lida, das coisas simples do pago...

Que do lombo de seus cavalos, fizeram nosso este chão.



Galpão...

Da picumã na “cunheira”...

Do fogo grande aonde o angico braseia

E a trempe de pernas longas, embala uma velha panela preta...

Sobre uma roda de carreta,

Cuia e cambona repousam...

Parece que o tempo não passa

Neste terrunho cenário.



Ah! Meu galpão centenário...

Trincheira pra o minuano

Abrigo dos ovelheiros, da peonada pachola.

Recanto de brisa suave, nas soalheiras de janeiro...

Da figueira grande sombreando a porta

Como um poncho de asas negras

Num abraço fraternal.



Galpão do negro caseiro,

Morada de seus avós...

Dos que fizeram a mangueira

De pedra ali no canto, alicerçada a sangue e suor.

Dos gritos de dor e medo, nas horas mortas da noite,

Feitas por algum açoite de gente sem coração...

De almas que ainda vagueiam,

Clamando por liberdade.



Galpão de Pátria e saudade

De um Rio Grande que não morre.

De tauras de almas rudes forjadas de terra e campo...

Lugar que se perpetua

Pras gerações que hão de vir

Pra que conheçam e cantem as coisas da nossa terra...

Enchendo o peito de orgulho

Por ter nascido gaúcho.




( Ivonir Leher, outono, 2001)
 
Fonte da imagem acima: Galpão de pedra, em Herval, RS

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

2º Encontro da Família Jobim e um pouquinho das minhas raízes...

Comissões organizadoras das edições 2015 e 2016.
FONTE DA FOTO: BLOG CADERNO 7
                   No último sábado, 12 de novembro, tivemos o privilégio de realizar o 2º Encontro da Família Jobim, encontro este que reuniu mais uma vez, os familiares desta tradicional família gaúcha. Mesmo não fazendo parte da comissão organizadora este ano, lá estivemos presentes e pudemos mais uma vez confraternizar, celebrar a vida. Parabéns a esta competente comissão organizadora, ao Presidente Pedro Góis, aos primos Valmir, Lílian, Nilza, Alex, Lucimar e Ronaldo, que mais uma vez deram um show de organização.
                      Na ocasião, tive ainda a grata satisfação de reencontrar  familiares que há muitos anos não víamos, como meu primo/tio Rui Jobim, filho do saudoso tio Pedro Jobim, que há anos vive em Porto Alegre, onde constituiu uma linda família e uma sólida carreira profissional, como economista na CORSAN. Por falha minha, não registramos em foto este encontro, mas em sua homenagem, republico a postagem abaixo, que aqui postei no ano de 2011, recordando um pouco nossas raízes...


Os irmãos Rubem, Ruy, Ruth e Renato Jobim, filhos do saudoso tio avô Pedro Jobim...






Timbradas em minhas retinas, imagens que guardo com carinho de um lugar perdido, intocado, entre as serras de Santa Margarida do Sul...
Granja Santa Anna, sob o céu azul do Rio Grande...

digno de um poema...

minha mãe e meus avós moraram nesta casa...

bom lugar pra uma mateada, no inverno...

arreios, a espera de um lombo de cavalo...e um velho poncho, pra escorar as águas do tempo...

tio Chico, que figura...


no que será que estava pensando?

vida simples da campanha...


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

2º Encontro da Família Jobim, em São Gabriel




Mais um grande encontro, mais uma grande festa.

No dia 12 de novembro, mais uma vez no CTG Querência Xucra, teremos o 2º Encontro da Família Jobim, esta tradicional família da qual tenho a honra de ser descendente (de parte de pai e de parte de mãe) que aportou no Rio Grande do Sul, mais precisamente em Rio Pardo, no ano de 1767.

Descendentes do casal DOMINGOS JOÃO MARTINS DA CRUZ e THEREZA JOÃO MARTINS DA CRUZ, que ainda em Portugal deram origem a dois filhos, que vieram já homens feitos para a cidade de Rio Pardo (RS),

- ANTÔNIO MARTINS DA CRUZ, que tornou-se comerciante, falecendo solteiro e sem descendência em 1820, e

- JOSÉ MARTINS DA CRUZ, que tornou-se tenente do Exército Português, servindo no célebre Regimento de Dragões de Rio Pardo, e que ao chegar nesta cidade, JOSÉ MARTINS DA CRUZ juntamente com seu irmão Antônio, por acaso do destino encontrou ali um outro cidadão português, comerciante, também com o nome José Martins da Cruz...

Para evitar confusões em virtude dos nomes iguais, nosso ancestral acrescentou a seu nome o sobrenome JOBIM, passando a assinar-se JOSÉ MARTINS DA CRUZ “JOBIM”, em homenagem a sua terra natal e reivindicando para si o primitivo sobrenome de sua família (Joubin) de origem francesa...

Em 1801, casou-se em 1ª núpcias com EUGÊNIA ROSA JOAQUINA RIBEIRO FORTES, nascida em Rio Pardo em 1767...

Eugênia faleceu em 1812 aos 45 anos e José em 1819.

Tiveram 4 filhos...

1. JOSÉ MARTINS DA CRUZ JOBIM (filho), 26 fev 1802 – Conselheiro, estudou medicina em Paris, foi médico da Família Imperial e Diretor da Academia de medicina do Rio de Janeiro. Foi Deputado pelo RS e Senador pelo Espírito Santo. Faleceu em 1878, no RJ; 

2. EUGÊNIA MARTINS DA CRUZ JOBIM, 1803 – Dados incompletos sobre sua descendência, sabe-se que teve 5 filhos.

3. ANTÔNIO MARTINS DA CRUZ JOBIM, 20 nov 1809 – Barão do Cambay. Grande proprietário rural no RS, com fazendas no Alegrete e em São Gabriel. Benemérito, foi um dos colaboradores que fundaram a Santa Casa de Caridade de São Gabriel, onde morou e faleceu em 1869, aos 60 anos. Foi casado com Dª. Maria de Souza Brasil, tia de Joaquim Francisco de Assis Brasil. Tiveram um único filho, falecido aos 5 anos de idade. Metade de sua fortuna ficou para a Baronesa que a legou a seus irmãos e sobrinhos da família Assis Brasil. Da sua parte, deixou em testamento para obras de caridade e ajudou muitos parentes.

4. MANOEL MARTINS DA CRUZ JOBIM, 20 nov 1810 – 4º e último filho do primeiro casamento, meu trisavô paterno e tataravô materno.

No segundo casamento teve mais 4 filhos, também com grande descendência, dentre os quais o maestro Tom Jobim.

O evento este ano será organizado pelos primos Valmir Jobim, Alex, Nilza, Lucimar e Lílian , tendo como Presidente da Comissão Pedro Ubirajara de Góis. O jantar terá churrasco, galeto e pratos típicos com um grande baile animado pelo conjunto Eco do Sul.
Os ingressos estão à venda na Relojoaria Alfa e na Valmir Peças, ou pelos fones (55) 99920 8192 (com Alex); 99935 1545 (Lucimar); 99942 3738 (Nilza); 99916 5537 (Pedro) e 98436 1594 (Valmir).

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Classificadas para a 23ª Estância da Canção Gaúcha

Depois de algum tempo afastado dos palcos, retornamos com mais um trabalho classificado para a Estância da Canção Gaúcha de São Gabriel, que chega à sua 23ª edição.

Meu Canto da Terra, uma chamarra em parceria com Ulysses Jobim subirá ao palco do festival, um dos mais importantes do Rio Grande, que se realizará mais uma vez no Parque Rincão das Carretas, de 23 à 25 de setembro de 2016.

Eis as músicas classificadas:

  FASE GERAL
01 - Música: QUERÊNCIA 
Autor da música: Juvenil Camargo
Autor da letra: Luis Carlos F. Lucas

02 - Música: VIRANDO LONCA
Autor da música: Matheus Alves
Autor da letra: Rodrigo Bauer 

03 - Música: ALÇADO
Autor da música: Robledo Martins
Autor da Letra: Matheus Neves e Hugo Pedrozo

04 - Música: NOS BRAÇOS DA MADRUGADA
Autor da música: André Teixeira 
Autor da letra: André Teixeira 

05 - Música: NUM COMPASSO DE FRONTEIRA
Autor da música: Adair de Freitas
Autor da letra: Alvandy P. Rodrigues

06 - Música: ASSIM SERÁ
Autor da música: Fabrício Harden
Autor da letra: Fernando Soares e Gujo Teixeira

07 - Música: ENCANTO
Autor da letra: Volmir Coelho
Autor da música: Volmir Coelho

08 - Música: AO APONTAR O DEDO
Autor da letra: Matheus Costa
Autor da música: Geovani Silveira

09 - Música: NAS BALDAS DUM BAIO RUANO
Autor da letra: Guto Gonzales / Francisco Brasil
Autor da Música: Guto Gonzales

10 - Música: DÉCIMA DO ARREPENDIDO
Autor da música: Halver Lopes
Autor da letra: Joel de Freitas Paulo

11 - Música: POR ONDE O VERSO ANDOU
Autor da música: Zumar Benites
Autor da letra: Rômulo Chaves 

12 - Música: GALOPEANDO
Autor da música: Edilberto Bergamo
Autor da letra: Lisandro Amaral 

13 - Música: ORELHADOR
Autor da música: Índio Ribeiro
Autor da letra: Rafael Teixeira Chiapetta

14 - Música: PRA JUDIAR DA SOLIDÃO
Autor da música: Luciano Rodrigues
Autor da letra: Sérgio Sodré

SUPLENTES

01 - Música: A DOMA
Autor da letra: Alex Silveira
Autor da música: Edilberto Bérgamo 

02 - Música: A VELHA CANGA DO BOI
Autor da letra: Jorge Luis Peres Machado
Autor da música: Luis Felipe Cornel

03 - Música: A TESOURA DA PARTEIRA
Autor da letra: Giba Trindade
Autor da música: Patrícia Pedrozo

CLASSIFICADAS FASE INTERNA

01 - Música: Peões Carreteiros
Jari Terres e Leandro A. de Lima

02 - Música: Retrato de Lida e Pampa 
Mario Lucas, Dalvan Medina e Diego Vivian

03 - Música: Na cancha do cemintério
Igor Silveira

04 - Música: Rodeio de Coró 
Osleno Batista, Rogério Mello

05 - Música: Num retrato amarelado
Igor Silveira

06 - Música: No amanhecer no Uruguai
Herlon Saquetto

07 - Música: Medos e Penas 
Jorge Leal e Aroldo Torres, Carlos D. Leal

08 - Música: Meu Canto da Terra
  Ivonir Leher, Ulysses Jobim

09 - Música: De como se faz o Rio Grande
  Leandro Tatsch, Evandro Marques

10 - Música: Quando a saudade se faz milonga 
Mario Lucas, Diego Camargo

11 - Música: Querência antiga e seus terreiros

12 - Música: Meu rancho felicidade
Douglas Custódio, Diego Camargo

13 - Música: Um potro se faz cavalo
Osvaldo Vieira, Guga Marques e Carlos Leal

SUPLENTES:
01 - Pra Quem Apeia no Rancho
Dalvan Medina 
Música: Rafael de Sá Brito

segunda-feira, 18 de abril de 2016

A ALMA GUITARREIRA DE MARLON TEIXEIRA



 
O que diferencia um grande artista e o que o torna diferente dos demais, é trazer no coração e na alma a humildade e o amor a sua arte. Conheci o Marlon Teixeira nas vivências interioranas da minha São Gabriel, no fértil ambiente musical e poético dos CTGs e festivais nativistas. Dono de uma voz marcante e exímio guitarreiro, este autêntico filho da Terra dos Marechais nos brinda com seu primeiro trabalho solo, repleto de belíssimas composições, com participações especiais de grandes nomes de nossa arte poetico musical, como Jairo Lambari Fernandes, Ranieri Spohr, Paulo Fogaça, Maycon Teixeira, Márcio Fava (Chiquito e Borboneio), João Valério e Wilson Paim, que interpreta a faixa número 6, "Milonga pra um Amor que se Foi", letra deste humilde compositor e musicada pelo Marlon e pelo Aroldo Torres, "que baita presente e quanta honra fazer parte deste disco."
Mesclando músicas campeiras e românticas, temos belos temas, como Ajoujado à Querência, Quando a Saudade Ataca, Saudade de Tropeiro, Alma de Guitarrero, Sina de Peão, Destronando a Rebeldia, Irmão amigo e Parceiro, Chorando Ausência, Colado no Lombo, Rio Vacacaí, Canto à São Gabriel, Temporal de Poesias e Cuidador de Campo.
Dentro os compositores, este que vos fala e poetas como Vanoci Marques, Jânio Teixeira, Emerson Fernandes, Julio César Garces, Adão Bernardes, Maycon Teixeira, Euzamar Bittencourt, Aladin Garcia e Osmar Proença.
Sem dúvida, um artista completo que veio para ficar e que nos trará muitas alegrias com suas canções. O lançamento oficial foi na Nativa FM de Santa Maria, dia 14 de abril e na Pizzaria Tabuão, em São Gabriel no dia 17, com a gravação do programa do grande apresentador José Luiz.
Sucesso meu amigo, muita luz e felicidades nesta brilhante caminhada. Mais uma vez, meu muito obrigado  pela amizade e pela parceria.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Nazarenas Negras, a grande campeã do Joãozinho da Ponte

O grande amigo e irmão de arte Luiz Felipe Cornel levantou 2 vezes o troféu de campeão no 14º Canto a Joãozinho da Ponte, realizado no CTG Tarumã de São Gabriel no último final de semana. Interpretando a música campeã e sendo um dos compositores da segunda colocada, "Atalhos".


Encerrado, no começo da madrugada do dia 04/04, o resultado foi o seguinte:

Primeiro Lugar: Nazarenas Negras 
Letra: Felipe Oliveira/Joel de Freitas Paulo
Melodia: Ederson Mello
Interpretação: Felipe Cornel

Segundo Lugar:  Atalhos (classificada para a próxima edição da Estância da Canção Gaucha)
Letra: Osmar Proença
Melodia: Felipe Cornel

Terceiro Lugar: Pra Renascer Num Cocho de Sal
Letra: Matheus Costa
Melodia: Geovani Silveira

Melhor Intérprete:   Daner Marinho -  Feito um Quadro na Parede
Melhor Instrumentista:  Mauro Silva – Gaita Botoneira – Atalhos 
Melhor Poesia:   Minha Linda, Tu Sabe Disso -  Marciano Reis
Melhor Melodia:  Nazarenas Negras – Ederson Mello
Melhor Arranjo Vocal: Pra Renascer Num Cocho de Sal
Melhor Indumentária:  Layra Souza
Troféu Incentivo:  Ulisses Jobim
Melhor Arranjo Instrumental:  As Respostas do Tempo
Música Mais Campeira: Feito Um Quadro na Parede
Autores: Dalvan Medina/Marcelinho Carvalho
Música Mais Popular:  Surungo Letra: Valdir Eguilhor (Cabo Véio)
Melodia: Cassiano Mendes


Fonte e foto:  Marcelo Ribeiro/ Caderno 7 e Ronda dos Festivais.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

JORNAL O IMPARCIAL, DIA 17 DE DEZEMBRO


Receber homenagens é sempre muito bom; faz bem para o espírito e recarrega as baterias, motivando nossas ações e certificando que as pessoas dão valor a aquilo que fazemos. E receber uma homenagem da terra onde nascemos e enquanto ainda continuamos a pertencer a este plano físico é algo gratificante e inesquecível. Fui duplamente homenageado e nem merecia tanto, por isso, gostaria de agradecer mais uma vez ao Lions Clube São Gabriel pelo Diploma de Personalidade Cultural, recebido no belíssimo jantar da Noite dos Imortais, no dia 02 de dezembro e a colunista social Cremilda Gerzson, pelo carinho e deferência a nós concedida na edição do Jornal O Imparcial, de São Gabriel, do dia 17 de dezembro.
Em meu nome, em nome de minha família e daqueles que labutam em prol da cultura do nosso município, meu muito obrigado e votos de muito sucesso em suas caminhadas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

LIONS CLUB DE SÃO GABRIEL PROMOVE A “NOITE DOS IMORTAIS”

Sexta-feira, 04 de dezembro. Nesta noite memorável, ao lado de poetas, historiadores, escritores e cronistas, meu coração se encheu de felicidade, ao ser um dos homenageados com o Diploma de Personalidade Cultural, concedido pelo Lions Clube de São Gabriel. No magnífico jantar organizado pelos integrantes desta benemérita instituição, foram homenageadas as seguintes personalidades:

Ilo Bicca Neto
Ivonir Gonçalves Leher
Carlos Eurico Meyer de Mesquita
Osorio Santana Figueiredo
Rossyr Berny
João Alfredo Reverbel Bento Pereira
José Antônio Martins Macedo
Glêde Loguercio Mesquita
Ana Elizabeth Bina
Maria da Graça Cunha
Elody Helena Veiga Menezes
Fernanda Pinto
Ana Rita Fagundes Léo
e Clair Alves.

Aos homenageados e ao Linos Club, dedico este poema:

NOITE DOS IMORTAIS

Na terra de Alcides Maya
À rua Alcides Maya
Eis-me na Casa dos Leões...

Meu coração, quase “Tapera”
Revigorou-se de vida
Bebendo poemas de fontes preciosas.

Meus poucos versos,
Já não eram mais “Ruínas Vivas”
E minha “Alma Bárbara”
Tornou-se leve
Como pluma ao vento...

Ali, me senti igual
Ao lado de tantos imortais!
Na fraterna comunhão de espíritos
Da velha Atenas Riograndense.

Estava entre irmãos
Na noite dos Imortais.


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A SONORIDADE DO QUARTETO CORAÇÃO DE POTRO


          Nunca havia assistido ao um show deste quarteto de competentes músicos da cidade de Lages, Santa Catarina. Na noite de ontem, no Parque de Exposições Assis Brasil, em São Gabriel, encerrando as atividades do 2º Festival de Coragem e Corcovos que teve entre seus organizadores o poeta Rogério Vijagran, fomos brindados com o melhor da música produzida no sul do Brasil. Com uma sonoridade inigualável, afinados e exímios instrumentistas, o Quarteto Coração de Potro fez um show como há tempos não víamos na Terra dos Marechais.
        O grupo é formado por três violões, um guitarrón e quatro vozes; sendo os  integrantes Índio Ribeiro, Vitor Amorim, Kiko Goulart e Michel Martins, instrumentistas, cantores e compositores. Ao longo da carreira o grupo vem participando, de diversos festivais nativistas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, conquistando importantes premiações, já tendo se apresentado em algumas edições da Estância da Canção Gaúcha, interpretando os versos de Rogério Vijagran..
 “Tempo adentro, campo afora” foi o primeiro trabalho do Quarteto Coração de Potro, através deste, o grupo conquistou espaço em todo o sul do país, e já fizeram shows no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

   Encerramos o final de semana com chave de ouro, sem dúvida!!!

Crédito da Fotografia do Grupo: Marcelo Ribeiro, Blog Caderno 7. http://www.caderno7.com/

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

1º Encontro da Família Jobim, em São Gabriel-RS, 248 anos de história.


Neste sábado, dia 14 de novembro, acontecerá a realização de um sonho, o 1º Encontro da Família Jobim, que neste ano de 2015 completa 248 anos no Brasil e especificamente no Rio Grande do Sul.

Será servido um grande Jantar nas dependências do CTG Querência Xucra, com a presença já confirmada de centenas de integrantes de diversas cidades do estado. Além do jantar, uma palestra sobre o histórico da família, um culto ecumênico, entrega de certificados de participação aos familiares e após o show baile com Felipe Cornel e Grupo.

A raiz histórica de nossa família encontra-se na Freguesia de Jovim, situada nas férteis encostas do Rio Douro, Conselho de Gondomar, próxima a cidade do Porto, Portugal.

A história da Freguesia de Jovim começa no Século XI, quando o Conde D. Henrique de Borgonha, a serviço do Rei de Castela da Espanha expulsou os mouros da Península Ibérica. Como recompensa, casou-se com a filha de Dom Afonso e recebeu como feudo o Condado Portugalense, onde seu filho D. Afonso Henrique fundou a Monarquia Portuguesa.

Os cavaleiros franceses, companheiros de armas de D. Henrique, receberam deste, pelo mesmo motivo, feudos em Portugal, dentre eles o Cavaleiro de Joubin, natural da Bretanha, a quem tocou as terras na região que passou a denominar-se Santa Cruz de Joubin ou Jovin...
Com o passar dos séculos, a grafia do nome JOUBIN evoluiu, passando a JOBIN (com N e sem o U) na França e JOBIM (com M) em Portugal. O Cavaleiro de Joubin, em Portugal, teve numerosa descendência, dentre as quais os de sobrenome MARTINS DA CRUZ...

Ainda em Portugal, em meados do Século XVIII, o casal DOMINGOS JOÃO MARTINS DA CRUZ e THEREZA JOÃO MARTINS DA CRUZ, deram origem a dois filhos, que vieram já homens feitos para a cidade de Rio Pardo (RS), mais ou menos em 1767,
- ANTÔNIO MARTINS DA CRUZ, que tornou-se comerciante em Rio Pardo, falecendo solteiro e sem descendência em 1820, e - JOSÉ MARTINS DA CRUZ, que em Rio Pardo tornou-se tenente do Exército Português, servindo no Regimento de Dragões de Rio Pardo...

... ao chegar em Rio Pardo em 1767, JOSÉ MARTINS DA CRUZ juntamente com seu irmão Antônio, por acaso do destino encontrou nesta cidade um outro cidadão português, comerciante, também com o nome José Martins da Cruz... Para evitar confusões em virtude dos nomes iguais, nosso ancestral acrescentou a seu nome o sobrenome JOBIM, passando a assinar-se JOSÉ MARTINS DA CRUZ “JOBIM”, em homenagem a sua terra natal e reivindicando para si o primitivo sobrenome de
sua família (Joubin) de origem francesa...

Este é apenas o início da História, que apresentaremos amanhã à noite na palestra no CTG Querência Xucra. Aguardamos a presença dos parentes e amigos.

Compõem a Comissão Organizadora os seguintes familiares: Francisco Jobim (Chico do Bom Fim), Gerson Jobim, Lilian Jobim, Ronaldo Jobim e Ivonir Leher (sem Jobim no nome, mas Jobim de pai, de mãe, de sangue e de coração).

Palestra dia 02 de outubro 2015 na Câmara de Vereadores de São Gabriel

A Comissão organizadora do encontro: Lilian Jobim, Chico do Bom Fim, Ronaldo Jobim, Gerson Jobim e eu...