quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Coisa linda é um festival bem organizado! E esta primeira edição do Quatro Tentos da Canção, em São Gabriel, foi um exemplo de organização.
Realizado nas dependencias do CTG Sentinela do Forte, nas noites de 11 e 12 de agosto, com bom público presente, o festival organizado pelos músicos Danner Marinho, Bruno da Rosa Teixeira, Lucas Cornel e Rafael Alves foi brilhante em todos os aspectos. Boa música, bons shows locais, pontualidade nos horários, agilidade de palco e fortes musicas concorrentes.
Dentre as 10 finalistas da fase geral, tivemos a felicidade de ter sido premiado com a música mais popular, MEU CANTO DA TERRA, parceria com o Ulysses Jobim e interpretada pelo jovem e talentoso Gabriel Jardim. Esta música ficou empatada aos olhos do público com a vaneira "Virando os Pelegos", de Mário Lucas e Herlon Saquetto, defendida por Herlon Saquetto. Num gesto de grandeza e incentivo à gurizada que interpretou a primeira, os intérpretes de Virando os Pelegos cederam o troféu de Mais Popular, baita atitude dos amigos Herlon e Juca Castilhos.
Confiram as vencedoras:
RESULTADO FINAL
1º lugar - O corpo e a alma de um poncho", de Joel de Freitas Paulo, Othelo Caiaffo e Ederson Melo, interpretada por Joaquim Brasil
2º lugar - "O andante beija-flor", de Glauco Lemos, Norton França e Arthur Leal, interpretada por Camila Balconi
3º lugar - "Cantiga de Primavera, Tempo e Espera", de Igor Silveira e André Teixeira, interpretada por Gabriel Jardim
Melhor Indumentária - João Victor Nunes
Melhor Arranjo Insturmental - "Luzeiros das Noites Longas", de Mário de Lima Lucas, Dalvan Medina e Diego Camargo
Melhor Intérprete - Joaquim Brasil
Melhor Instrumentista - Mauro Silva
Música Mais Popular - "Meu Canto da Terra" de Ivonir Leher e Ulisses Jobim*
Melhor Conjunto Vocal - "Pelas Searas da Mente", de André Lucas Machado
Melhor Melodia - "O Andante Beija-flor"
Melhor Poesia - "Quando o Tempo nos Remalha", de Rafael Cunha e Mauro Silva
Melhor Tema Campeiro - "A saga de Dom Patrício", de Joel de Freitas Paulo e Diego Vivian
1º Quatro Tentos da Canção Piá
Pré-Mirim Feminino
1º Giovana Vieira de Lima
2º Lauren Saldanha Vieira
3º Micaelly Ribeiro
Pré-Mirim Masculino
1º Jhordan Amilcar Rodrigues Souza
2º Marzo Adriano Monteiro
Piá Taludo Feminino
1º Anna Laura Cornel
2º Izadora Carvalho Mota
3º Lívia Bérgamo
Piá Taludo Masculino
1º Viéri Siqueira de Vargas
2º Miguel Conrad Madrid
segunda-feira, 31 de julho de 2017
1º Quatro Tentos da Canção define as músicas participantes
A Comissão Avaliadora do 1º Quatro Tentos da Canção, formada por Rogério Villagran, Felipe Cornel e Alex Haar definiu, na noite deste dia 30 de julho, as 14 composições deste novo festival que acontecerá na Terra dos Marechais, no CTG Sentinela do Forte dias 11 e 12 de agosto. Além das 14 concorrentes, mais quatro suplentes foram selecionadas. Estamos muito felizes por fazer parte desta edição com uma chamarra em parceria com o Ulysses Jobim, Meu Canto da Terra.
Confira as concorrentes:
1 - A saga de Dom Patrício (Joel de Freitas Paulo / Diego Vivian)
2 - Campeando uma véia rica (Jorge da Costa Prado)
3 - Cantiga de primavera, tempo e espera (Igor Silveira / André Teixeira)
4 - Demarcando Corredores (Felipe Oliveira / Juliano Moreno)
5 - Herança (Glauco Lemos / Luciano Rodrigues)
6 - Luzeiros das noites longas (Mario Lucas / Dalvan Medina / Diego Camargo)
7 - Meu canto da terra (Ivonir Leher / Ulisses Jobim)
8 - O andante beija a flor (Glauco Lemos / Norton França / Arthur Leal)
9 - O corpo e a alma de um poncho (Joel de Freitas Paulo / Othelo Caiaffo / Ederson Melo)
10 - Quando o tempo nos remalha (Rafael Cunha / Mauro Silva)
11 - O livro do campo afora (André Lucas Machado / Kristopher Pires)
12 - Pelas searas da mente (André Lucas Machado)
13 - Virando os pelegos (Mario Lucas / Hérlon Saqueto)
14 - Do aço da palavra (Marçal Furian / Raineri Sphor)
SUPLENTES
1 - A tapera do Merêncio (Giovani Gonzales / Gaspar Silva / Marciano Reis Filho)
2 - Sereno (Dalvan Medina / Marcelo Paz Carvalho)
3 - Varando a maior das fronteiras (Felipe Oliveira / Juliano Moreno)
4 - Cabuloso (Igor Silveira)
A Comissão organizadora é formada pelos competentes músicos Danner Marinho, Bruno Teixeira e Rafael Alves!!! "Se lavaram gurizada!!"
CRÉDITO DA FOTO:
BLOG CADERNO 7, BY MARCELO RIBEIRO
http://www.caderno7.com/2017/07/confira-as-classificadas-do-quatro.html
Confira as concorrentes:
1 - A saga de Dom Patrício (Joel de Freitas Paulo / Diego Vivian)
2 - Campeando uma véia rica (Jorge da Costa Prado)
3 - Cantiga de primavera, tempo e espera (Igor Silveira / André Teixeira)
4 - Demarcando Corredores (Felipe Oliveira / Juliano Moreno)
5 - Herança (Glauco Lemos / Luciano Rodrigues)
6 - Luzeiros das noites longas (Mario Lucas / Dalvan Medina / Diego Camargo)
7 - Meu canto da terra (Ivonir Leher / Ulisses Jobim)
8 - O andante beija a flor (Glauco Lemos / Norton França / Arthur Leal)
9 - O corpo e a alma de um poncho (Joel de Freitas Paulo / Othelo Caiaffo / Ederson Melo)
10 - Quando o tempo nos remalha (Rafael Cunha / Mauro Silva)
11 - O livro do campo afora (André Lucas Machado / Kristopher Pires)
12 - Pelas searas da mente (André Lucas Machado)
13 - Virando os pelegos (Mario Lucas / Hérlon Saqueto)
14 - Do aço da palavra (Marçal Furian / Raineri Sphor)
SUPLENTES
1 - A tapera do Merêncio (Giovani Gonzales / Gaspar Silva / Marciano Reis Filho)
2 - Sereno (Dalvan Medina / Marcelo Paz Carvalho)
3 - Varando a maior das fronteiras (Felipe Oliveira / Juliano Moreno)
4 - Cabuloso (Igor Silveira)
A Comissão organizadora é formada pelos competentes músicos Danner Marinho, Bruno Teixeira e Rafael Alves!!! "Se lavaram gurizada!!"
CRÉDITO DA FOTO:
BLOG CADERNO 7, BY MARCELO RIBEIRO
http://www.caderno7.com/2017/07/confira-as-classificadas-do-quatro.html
quinta-feira, 30 de março de 2017
O ADEUS A JOÃO ARI FERREIRA
"Quando partirem do sul, as andorinhas
levando embora este verão, das nossas vidas...
hão de deixar nas primeiras folhas mortas
mansos acenos para o pago em despedida..."
O Rio Grande perdeu no dia de ontem um de seus maiores compositores.
levando embora este verão, das nossas vidas...
hão de deixar nas primeiras folhas mortas
mansos acenos para o pago em despedida..."
O Rio Grande perdeu no dia de ontem um de seus maiores compositores.
Morreu nesta quarta-feira, em Santa Maria, o compositor nativista e professor João Ari Ferreira, o Sicha. Ele tinha 58 anos e estava internado no Hospital de Caridade do município.
Nascido em Palmeira das Missões, João Ferreira se mudou ainda jovem para Jaguari,
onde residia. Ele foi professor de história na rede estadual de ensino.
Mas a docência não foi a sua única paixão. Por anos, dedicou-se a
compor músicas gaúchas, tornando reconhecido em diversos festivais
nativistas do Estado, entre eles a Tertúlia de Santa Maria, o Carijo da Canção de Palmeira das Missões e a Coxilha Nativista de Cruz Alta.
Algumas de suas canções mais famosas são A Lição das Andorinhas,
feita em parceira com o cantor Nenito Sarturi, e Reinfância, escrita em
parceria com Luis Fernando Gastaldo. Suas composições foram
interpretadas por músicos como o próprio Nenito Sarturi e Miguel
Marques.
A
morte do compositor causou tristeza no meio artístico gaúcho,
especialmente em Jaguari e Santiago, cidades em que seu trabalho era
bastante reconhecido. Diversas manifestações de pesar estão sendo
publicadas nas redes sociais por amigos e fãs.
João Ferreira lutava há alguns anos contra problemas no fígado. A causa
da morte foi falência de múltiplos órgãos. O seu sepultamento ocorreu às 10h desta quinta, no cemitério de
Jaguari.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Galpão
Galpão...
Templo quinchado pras inverneras da pampa
Pedaço de história , de tempos já esquecidos...
De homens que ali viveram, contaram causos,
Chimarrearam, e adormeceram pra vida.
Homens da lida, das coisas simples do pago...
Que do lombo de seus cavalos, fizeram nosso este chão.
Galpão...
Da picumã na “cunheira”...
Do fogo grande aonde o angico braseia
E a trempe de pernas longas, embala uma velha panela preta...
Sobre uma roda de carreta,
Cuia e cambona repousam...
Parece que o tempo não passa
Neste terrunho cenário.
Ah! Meu galpão centenário...
Trincheira pra o minuano
Abrigo dos ovelheiros, da peonada pachola.
Recanto de brisa suave, nas soalheiras de janeiro...
Da figueira grande sombreando a porta
Como um poncho de asas negras
Num abraço fraternal.
Galpão do negro caseiro,
Morada de seus avós...
Dos que fizeram a mangueira
De pedra ali no canto, alicerçada a sangue e suor.
Dos gritos de dor e medo, nas horas mortas da noite,
Feitas por algum açoite de gente sem coração...
De almas que ainda vagueiam,
Clamando por liberdade.
Galpão de Pátria e saudade
De um Rio Grande que não morre.
De tauras de almas rudes forjadas de terra e campo...
Lugar que se perpetua
Pras gerações que hão de vir
Pra que conheçam e cantem as coisas da nossa terra...
Enchendo o peito de orgulho
Por ter nascido gaúcho.
( Ivonir Leher, outono, 2001)
Fonte da imagem acima: Galpão de pedra, em Herval, RS
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
2º Encontro da Família Jobim e um pouquinho das minhas raízes...
| Comissões organizadoras das edições 2015 e 2016. |
FONTE DA FOTO: BLOG CADERNO 7
No último sábado, 12 de novembro, tivemos o
privilégio de realizar o 2º Encontro da Família Jobim, encontro este que
reuniu mais uma vez, os familiares desta tradicional família gaúcha.
Mesmo não fazendo parte da comissão organizadora este ano, lá estivemos
presentes e pudemos mais uma vez confraternizar, celebrar a vida.
Parabéns a esta competente comissão organizadora, ao Presidente Pedro
Góis, aos primos Valmir, Lílian, Nilza, Alex, Lucimar e Ronaldo, que
mais uma vez deram um show de organização.
Na ocasião, tive ainda a grata satisfação de
reencontrar familiares que há muitos anos não víamos, como meu primo/tio
Rui Jobim, filho do saudoso tio Pedro Jobim, que há anos vive em Porto Alegre, onde constituiu
uma linda família e uma sólida carreira profissional, como economista na CORSAN. Por falha minha,
não registramos em foto este encontro, mas em sua homenagem, republico a
postagem abaixo, que aqui postei no ano de 2011, recordando um pouco
nossas raízes...
![]() | ||||
|
Timbradas em minhas retinas, imagens que
guardo com carinho de um lugar perdido, intocado, entre as serras de
Santa Margarida do Sul...
| Granja Santa Anna, sob o céu azul do Rio Grande... |
| digno de um poema... |
| minha mãe e meus avós moraram nesta casa... |
| bom lugar pra uma mateada, no inverno... |
| arreios, a espera de um lombo de cavalo...e um velho poncho, pra escorar as águas do tempo... |
| tio Chico, que figura... |
| no que será que estava pensando? |
| vida simples da campanha... |
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
2º Encontro da Família Jobim, em São Gabriel
Mais um grande
encontro, mais uma grande festa.
No dia 12 de novembro,
mais uma vez no CTG Querência Xucra, teremos o 2º Encontro da
Família Jobim, esta tradicional família da qual tenho a honra de
ser descendente (de parte de pai e de parte de mãe) que aportou no
Rio Grande do Sul, mais precisamente em Rio Pardo, no ano de 1767.
Descendentes do casal
DOMINGOS JOÃO MARTINS DA CRUZ e THEREZA JOÃO MARTINS DA CRUZ, que
ainda em Portugal deram origem a dois filhos, que vieram já homens
feitos para a cidade de Rio Pardo (RS),
- ANTÔNIO MARTINS DA
CRUZ, que tornou-se comerciante, falecendo solteiro e sem
descendência em 1820, e
- JOSÉ MARTINS DA
CRUZ, que tornou-se tenente do Exército Português, servindo no
célebre Regimento de Dragões de Rio Pardo, e que ao chegar nesta
cidade, JOSÉ MARTINS DA CRUZ juntamente com seu irmão Antônio, por
acaso do destino encontrou ali um outro cidadão português,
comerciante, também com o nome José Martins da Cruz...
Para evitar
confusões em virtude dos nomes iguais, nosso ancestral acrescentou a
seu nome o sobrenome JOBIM, passando a assinar-se JOSÉ MARTINS DA
CRUZ “JOBIM”, em homenagem a sua terra natal e reivindicando para
si o primitivo sobrenome de sua família (Joubin) de origem
francesa...
Em 1801, casou-se em 1ª
núpcias com EUGÊNIA ROSA JOAQUINA RIBEIRO FORTES, nascida em Rio
Pardo em 1767...
Eugênia faleceu
em 1812 aos 45 anos e José em 1819.
Tiveram 4
filhos...
1. JOSÉ MARTINS DA
CRUZ JOBIM (filho), 26 fev 1802 – Conselheiro, estudou medicina em Paris,
foi médico da Família Imperial e Diretor da Academia de medicina do
Rio de Janeiro. Foi Deputado pelo RS e Senador pelo Espírito Santo.
Faleceu em 1878, no RJ;
2. EUGÊNIA MARTINS DA
CRUZ JOBIM, 1803 – Dados incompletos sobre sua descendência,
sabe-se que teve 5 filhos.
3. ANTÔNIO MARTINS DA
CRUZ JOBIM, 20 nov 1809 – Barão do Cambay. Grande proprietário
rural no RS, com fazendas no Alegrete e em São Gabriel. Benemérito,
foi um dos colaboradores que fundaram a Santa Casa de Caridade de São
Gabriel, onde morou e faleceu em 1869, aos 60 anos. Foi casado com
Dª. Maria de Souza Brasil, tia de Joaquim Francisco de Assis Brasil.
Tiveram um único filho, falecido aos 5 anos de idade. Metade de sua
fortuna ficou para a Baronesa que a legou a seus irmãos e sobrinhos
da família Assis Brasil. Da sua parte, deixou em testamento para
obras de caridade e ajudou muitos parentes.
4. MANOEL MARTINS DA
CRUZ JOBIM, 20 nov 1810 – 4º e último filho do primeiro
casamento, meu trisavô paterno e tataravô materno.
No segundo casamento
teve mais 4 filhos, também com grande descendência, dentre os quais
o maestro Tom Jobim.
O evento este ano será
organizado pelos primos Valmir Jobim, Alex, Nilza, Lucimar e Lílian
, tendo como Presidente da Comissão Pedro Ubirajara de Góis. O
jantar terá churrasco, galeto e pratos típicos com um grande baile
animado pelo conjunto Eco do Sul.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Classificadas para a 23ª Estância da Canção Gaúcha
Depois de algum tempo afastado dos palcos, retornamos com mais um trabalho classificado para a Estância da Canção Gaúcha de São Gabriel, que chega à sua 23ª edição.
Meu Canto da Terra, uma chamarra em parceria com Ulysses Jobim subirá ao palco do festival, um dos mais importantes do Rio Grande, que se realizará mais uma vez no Parque Rincão das Carretas, de 23 à 25 de setembro de 2016.
Eis as músicas classificadas:
Meu Canto da Terra, uma chamarra em parceria com Ulysses Jobim subirá ao palco do festival, um dos mais importantes do Rio Grande, que se realizará mais uma vez no Parque Rincão das Carretas, de 23 à 25 de setembro de 2016.
Eis as músicas classificadas:
FASE GERAL
01 - Música: QUERÊNCIA
Autor da música: Juvenil Camargo
Autor da letra: Luis Carlos F. Lucas
02 - Música: VIRANDO LONCA
Autor da música: Matheus Alves
Autor da letra: Rodrigo Bauer
03 - Música: ALÇADO
Autor da música: Robledo Martins
Autor da Letra: Matheus Neves e Hugo Pedrozo
04 - Música: NOS BRAÇOS DA MADRUGADA
Autor da música: André Teixeira
Autor da letra: André Teixeira
05 - Música: NUM COMPASSO DE FRONTEIRA
Autor da música: Adair de Freitas
Autor da letra: Alvandy P. Rodrigues
06 - Música: ASSIM SERÁ
Autor da música: Fabrício Harden
Autor da letra: Fernando Soares e Gujo Teixeira
07 - Música: ENCANTO
Autor da letra: Volmir Coelho
Autor da música: Volmir Coelho
08 - Música: AO APONTAR O DEDO
Autor da letra: Matheus Costa
Autor da música: Geovani Silveira
09 - Música: NAS BALDAS DUM BAIO RUANO
Autor da letra: Guto Gonzales / Francisco Brasil
Autor da Música: Guto Gonzales
10 - Música: DÉCIMA DO ARREPENDIDO
Autor da música: Halver Lopes
Autor da letra: Joel de Freitas Paulo
11 - Música: POR ONDE O VERSO ANDOU
Autor da música: Zumar Benites
Autor da letra: Rômulo Chaves
12 - Música: GALOPEANDO
Autor da música: Edilberto Bergamo
Autor da letra: Lisandro Amaral
13 - Música: ORELHADOR
Autor da música: Índio Ribeiro
Autor da letra: Rafael Teixeira Chiapetta
14 - Música: PRA JUDIAR DA SOLIDÃO
Autor da música: Luciano Rodrigues
Autor da letra: Sérgio Sodré
SUPLENTES
01 - Música: A DOMA
Autor da letra: Alex Silveira
Autor da música: Edilberto Bérgamo
02 - Música: A VELHA CANGA DO BOI
Autor da letra: Jorge Luis Peres Machado
Autor da música: Luis Felipe Cornel
03 - Música: A TESOURA DA PARTEIRA
Autor da letra: Giba Trindade
Autor da música: Patrícia Pedrozo
CLASSIFICADAS FASE INTERNA
01 - Música: Peões Carreteiros
Jari Terres e Leandro A. de Lima
02 - Música: Retrato de Lida e Pampa
Mario Lucas, Dalvan Medina e Diego Vivian
03 - Música: Na cancha do cemintério
Igor Silveira
04 - Música: Rodeio de Coró
Osleno Batista, Rogério Mello
05 - Música: Num retrato amarelado
Igor Silveira
06 - Música: No amanhecer no Uruguai
Herlon Saquetto
07 - Música: Medos e Penas
Jorge Leal e Aroldo Torres, Carlos D. Leal
08 - Música: Meu Canto da Terra
Ivonir Leher, Ulysses Jobim
09 - Música: De como se faz o Rio Grande
Leandro Tatsch, Evandro Marques
10 - Música: Quando a saudade se faz milonga
Mario Lucas, Diego Camargo
11 - Música: Querência antiga e seus terreiros
12 - Música: Meu rancho felicidade
Douglas Custódio, Diego Camargo
13 - Música: Um potro se faz cavalo
Osvaldo Vieira, Guga Marques e Carlos Leal
SUPLENTES:
01 - Pra Quem Apeia no Rancho
Dalvan Medina
Música: Rafael de Sá Brito
segunda-feira, 18 de abril de 2016
A ALMA GUITARREIRA DE MARLON TEIXEIRA
O que diferencia um grande artista e o que o torna diferente dos
demais, é trazer no coração e na alma a humildade e o amor a sua
arte. Conheci o Marlon Teixeira nas vivências interioranas da minha
São Gabriel, no fértil ambiente musical e poético dos CTGs e
festivais nativistas. Dono de uma voz marcante e exímio guitarreiro,
este autêntico filho da Terra dos Marechais nos brinda com seu
primeiro trabalho solo, repleto de belíssimas composições, com
participações especiais de grandes nomes de nossa arte poetico
musical, como Jairo Lambari Fernandes, Ranieri Spohr, Paulo Fogaça,
Maycon Teixeira, Márcio Fava (Chiquito e Borboneio), João Valério
e Wilson Paim, que interpreta a faixa número 6, "Milonga pra
um Amor que se Foi", letra
deste humilde compositor e musicada pelo Marlon e pelo Aroldo
Torres, "que baita presente e quanta honra fazer parte deste
disco."
Mesclando músicas campeiras e
românticas, temos belos temas, como Ajoujado à Querência,
Quando a Saudade Ataca, Saudade de Tropeiro, Alma de Guitarrero, Sina
de Peão, Destronando a Rebeldia, Irmão amigo e Parceiro, Chorando
Ausência, Colado no Lombo, Rio Vacacaí, Canto à São Gabriel,
Temporal de Poesias e Cuidador de Campo.
Dentro os compositores, este que vos fala e poetas como Vanoci
Marques, Jânio Teixeira, Emerson Fernandes, Julio César Garces,
Adão Bernardes, Maycon Teixeira, Euzamar Bittencourt, Aladin Garcia
e Osmar Proença.
Sem dúvida, um artista completo que veio para ficar e que nos trará
muitas alegrias com suas canções. O lançamento oficial foi na
Nativa FM de Santa Maria, dia 14 de abril e na Pizzaria Tabuão, em
São Gabriel no dia 17, com a gravação do programa do grande
apresentador José Luiz.
Sucesso meu amigo, muita luz e felicidades nesta brilhante caminhada. Mais uma vez, meu muito obrigado pela amizade e pela parceria.
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Nazarenas Negras, a grande campeã do Joãozinho da Ponte
O grande amigo e irmão de arte Luiz Felipe Cornel levantou 2 vezes o troféu de campeão no 14º Canto a Joãozinho da Ponte, realizado no CTG Tarumã de São Gabriel no último final de semana. Interpretando a música campeã e sendo um dos compositores da segunda colocada, "Atalhos".
Primeiro Lugar: Nazarenas Negras
Terceiro Lugar: Pra Renascer Num Cocho de Sal
Encerrado,
no começo da madrugada do dia 04/04, o resultado foi o seguinte:
Primeiro Lugar: Nazarenas Negras
Letra:
Felipe Oliveira/Joel de Freitas Paulo
Melodia: Ederson Mello
Melodia: Ederson Mello
Interpretação:
Felipe Cornel
Segundo Lugar: Atalhos (classificada para a próxima edição da Estância da Canção Gaucha)
Segundo Lugar: Atalhos (classificada para a próxima edição da Estância da Canção Gaucha)
Letra:
Osmar Proença
Melodia: Felipe Cornel
Melodia: Felipe Cornel
Terceiro Lugar: Pra Renascer Num Cocho de Sal
Letra:
Matheus Costa
Melodia: Geovani Silveira
Melodia: Geovani Silveira
Melhor
Intérprete: Daner Marinho - Feito um Quadro na
Parede
Melhor
Instrumentista: Mauro Silva – Gaita Botoneira –
Atalhos
Melhor
Poesia: Minha Linda, Tu Sabe Disso - Marciano
Reis
Melhor
Melodia: Nazarenas Negras – Ederson Mello
Melhor
Arranjo Vocal: Pra Renascer Num Cocho de Sal
Melhor
Indumentária: Layra Souza
Troféu
Incentivo: Ulisses Jobim
Melhor
Arranjo Instrumental: As Respostas do Tempo
Música
Mais Campeira: Feito Um Quadro na Parede
Autores: Dalvan Medina/Marcelinho Carvalho
Música Mais Popular: Surungo Letra: Valdir Eguilhor (Cabo Véio)
Melodia: Cassiano Mendes
Autores: Dalvan Medina/Marcelinho Carvalho
Música Mais Popular: Surungo Letra: Valdir Eguilhor (Cabo Véio)
Melodia: Cassiano Mendes
Fonte
e foto: Marcelo Ribeiro/ Caderno 7 e Ronda dos Festivais.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
JORNAL O IMPARCIAL, DIA 17 DE DEZEMBRO
Receber homenagens é sempre muito bom; faz bem para o espírito e
recarrega as baterias, motivando nossas ações e certificando que as
pessoas dão valor a aquilo que fazemos. E receber uma homenagem da
terra onde nascemos e enquanto ainda continuamos a pertencer a este
plano físico é algo gratificante e inesquecível. Fui duplamente
homenageado e nem merecia tanto, por isso, gostaria de agradecer mais
uma vez ao Lions Clube São Gabriel pelo Diploma de Personalidade
Cultural, recebido no belíssimo jantar da Noite dos Imortais, no dia
02 de dezembro e a colunista social Cremilda Gerzson, pelo carinho e
deferência a nós concedida na edição do Jornal O Imparcial, de
São Gabriel, do dia 17 de dezembro.
Em meu nome, em nome de minha família e daqueles que labutam em prol
da cultura do nosso município, meu muito obrigado e votos de muito
sucesso em suas caminhadas.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
LIONS CLUB DE SÃO GABRIEL PROMOVE A “NOITE DOS IMORTAIS”
Sexta-feira,
04 de dezembro. Nesta noite memorável, ao lado de poetas,
historiadores, escritores e cronistas, meu coração se encheu de
felicidade, ao ser um dos homenageados com o Diploma de Personalidade
Cultural, concedido pelo Lions
Clube de São Gabriel. No magnífico jantar organizado pelos
integrantes desta benemérita instituição, foram homenageadas as
seguintes personalidades:
Ivonir Gonçalves
Leher
Carlos Eurico
Meyer de Mesquita
Osorio Santana
Figueiredo
Rossyr Berny
João
Alfredo Reverbel Bento Pereira
José
Antônio Martins Macedo
Glêde Loguercio
Mesquita
Ana Elizabeth
Bina
Maria
da
Graça Cunha
Elody
Helena Veiga Menezes
Fernanda
Pinto
Ana
Rita Fagundes Léo
e Clair Alves.
Aos homenageados
e ao Linos Club, dedico este poema:
NOITE DOS IMORTAIS
Na terra de
Alcides Maya
À rua Alcides
Maya
Eis-me na Casa
dos Leões...
Meu coração,
quase “Tapera”
Revigorou-se de
vida
Bebendo poemas
de fontes preciosas.
Meus poucos
versos,
Já não eram
mais “Ruínas Vivas”
E minha “Alma
Bárbara”
Tornou-se leve
Como pluma ao
vento...
Ali, me senti
igual
Ao lado de
tantos imortais!
Na fraterna
comunhão de espíritos
Da velha Atenas
Riograndense.
Estava entre
irmãos
Na noite dos
Imortais.
Sexta-feira,
04 de dezembro. Nesta noite memorável, ao lado de poetas,
historiadores, escritores e cronistas, meu coração se encheu de
felicidade, ao ser um dos homenageados com o Diploma de Personalidade
Cultural, concedido pelo Lions
Clube de São Gabriel. No magnífico jantar organizado pelos
integrantes desta benemérita instituição, foram homenageadas as
seguintes personalidades:
Ivonir Gonçalves
Leher
Carlos Eurico
Meyer de Mesquita
Osorio Santana
Figueiredo
Rossyr Berny
João
Alfredo Reverbel Bento Pereira
José
Antônio Martins Macedo
Glêde Loguercio
Mesquita
Ana Elizabeth
Bina
Maria
da
Graça Cunha
Elody
Helena Veiga Menezes
Fernanda
Pinto
Ana
Rita Fagundes Léo
e Clair Alves.
Aos homenageados
e ao Linos Club, dedico este poema:
NOITE DOS IMORTAIS
Na terra de
Alcides Maya
À rua Alcides
Maya
Eis-me na Casa
dos Leões...
Meu coração,
quase “Tapera”
Revigorou-se de
vida
Bebendo poemas
de fontes preciosas.
Meus poucos
versos,
Já não eram
mais “Ruínas Vivas”
E minha “Alma
Bárbara”
Tornou-se leve
Como pluma ao
vento...
Ali, me senti
igual
Ao lado de
tantos imortais!
Na fraterna
comunhão de espíritos
Da velha Atenas
Riograndense.
Estava entre
irmãos
Na noite dos
Imortais.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
A SONORIDADE DO QUARTETO CORAÇÃO DE POTRO
Nunca havia assistido ao um show deste quarteto de competentes músicos da cidade de Lages, Santa Catarina. Na noite de ontem, no Parque de Exposições Assis Brasil, em São Gabriel, encerrando as atividades do 2º Festival de Coragem e Corcovos que teve entre seus organizadores o poeta Rogério Vijagran, fomos brindados com o melhor da música produzida no sul do Brasil. Com uma sonoridade inigualável, afinados e exímios instrumentistas, o Quarteto Coração de Potro fez um show como há tempos não víamos na Terra dos Marechais.
O grupo é formado por três violões, um
guitarrón e quatro vozes; sendo os integrantes Índio Ribeiro, Vitor
Amorim, Kiko Goulart e Michel Martins, instrumentistas, cantores e
compositores. Ao longo da carreira o grupo vem participando, de diversos
festivais nativistas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, conquistando
importantes premiações, já tendo se apresentado em algumas edições da Estância da Canção Gaúcha, interpretando os versos de Rogério Vijagran..
“Tempo adentro, campo afora” foi o primeiro
trabalho do Quarteto Coração de Potro, através deste, o grupo conquistou
espaço em todo o sul do país, e já fizeram shows no Rio Grande do Sul,
Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
Encerramos o final de semana com chave de ouro, sem dúvida!!!
Crédito da Fotografia do Grupo: Marcelo Ribeiro, Blog Caderno 7. http://www.caderno7.com/
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
1º Encontro da Família Jobim, em São Gabriel-RS, 248 anos de história.
Neste sábado, dia 14 de novembro, acontecerá a realização de um sonho, o 1º Encontro da Família Jobim, que neste ano de 2015 completa 248 anos no Brasil e especificamente no Rio Grande do Sul.
Será servido um grande Jantar nas dependências do CTG Querência Xucra, com a presença já confirmada de centenas de integrantes de diversas cidades do estado. Além do jantar, uma palestra sobre o histórico da família, um culto ecumênico, entrega de certificados de participação aos familiares e após o show baile com Felipe Cornel e Grupo.
Será servido um grande Jantar nas dependências do CTG Querência Xucra, com a presença já confirmada de centenas de integrantes de diversas cidades do estado. Além do jantar, uma palestra sobre o histórico da família, um culto ecumênico, entrega de certificados de participação aos familiares e após o show baile com Felipe Cornel e Grupo.
A raiz histórica de nossa família encontra-se na Freguesia de Jovim, situada nas férteis encostas do Rio Douro, Conselho de Gondomar, próxima a cidade do Porto, Portugal.
A história da Freguesia de Jovim começa no Século XI, quando o Conde D. Henrique de Borgonha, a serviço do Rei de Castela da Espanha expulsou os mouros da Península Ibérica. Como recompensa, casou-se com a filha de Dom Afonso e recebeu como feudo o Condado Portugalense, onde seu filho D. Afonso Henrique fundou a Monarquia Portuguesa.
Os cavaleiros franceses, companheiros de armas de D. Henrique, receberam deste, pelo mesmo motivo, feudos em Portugal, dentre eles o Cavaleiro de Joubin, natural da Bretanha, a quem tocou as terras na região que passou a denominar-se Santa Cruz de Joubin ou Jovin...
Com o passar dos séculos, a grafia do nome JOUBIN evoluiu, passando a JOBIN (com N e sem o U) na França e JOBIM (com M) em Portugal. O Cavaleiro de Joubin, em Portugal, teve numerosa descendência, dentre as quais os de sobrenome MARTINS DA CRUZ...
Ainda em Portugal, em meados do Século XVIII, o casal DOMINGOS JOÃO MARTINS DA CRUZ e THEREZA JOÃO MARTINS DA CRUZ, deram origem a dois filhos, que vieram já homens feitos para a cidade de Rio Pardo (RS), mais ou menos em 1767,
- ANTÔNIO MARTINS DA CRUZ, que tornou-se comerciante em Rio Pardo, falecendo solteiro e sem descendência em 1820, e - JOSÉ MARTINS DA CRUZ, que em Rio Pardo tornou-se tenente do Exército Português, servindo no Regimento de Dragões de Rio Pardo...
Com o passar dos séculos, a grafia do nome JOUBIN evoluiu, passando a JOBIN (com N e sem o U) na França e JOBIM (com M) em Portugal. O Cavaleiro de Joubin, em Portugal, teve numerosa descendência, dentre as quais os de sobrenome MARTINS DA CRUZ...
Ainda em Portugal, em meados do Século XVIII, o casal DOMINGOS JOÃO MARTINS DA CRUZ e THEREZA JOÃO MARTINS DA CRUZ, deram origem a dois filhos, que vieram já homens feitos para a cidade de Rio Pardo (RS), mais ou menos em 1767,
- ANTÔNIO MARTINS DA CRUZ, que tornou-se comerciante em Rio Pardo, falecendo solteiro e sem descendência em 1820, e - JOSÉ MARTINS DA CRUZ, que em Rio Pardo tornou-se tenente do Exército Português, servindo no Regimento de Dragões de Rio Pardo...
... ao chegar em Rio Pardo em 1767, JOSÉ MARTINS DA CRUZ juntamente com seu irmão Antônio, por acaso do destino encontrou nesta cidade um outro cidadão português, comerciante, também com o nome José Martins da Cruz... Para evitar confusões em virtude dos nomes iguais, nosso ancestral acrescentou a seu nome o sobrenome JOBIM, passando a assinar-se JOSÉ MARTINS DA CRUZ “JOBIM”, em homenagem a sua terra natal e reivindicando para si o primitivo sobrenome de
sua família (Joubin) de origem francesa...
sua família (Joubin) de origem francesa...
Este é apenas o início da História, que apresentaremos amanhã à noite na palestra no CTG Querência Xucra. Aguardamos a presença dos parentes e amigos.
Compõem a Comissão Organizadora os seguintes familiares: Francisco Jobim (Chico do Bom Fim), Gerson Jobim, Lilian Jobim, Ronaldo Jobim e Ivonir Leher (sem Jobim no nome, mas Jobim de pai, de mãe, de sangue e de coração).
Compõem a Comissão Organizadora os seguintes familiares: Francisco Jobim (Chico do Bom Fim), Gerson Jobim, Lilian Jobim, Ronaldo Jobim e Ivonir Leher (sem Jobim no nome, mas Jobim de pai, de mãe, de sangue e de coração).
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| Palestra dia 02 de outubro 2015 na Câmara de Vereadores de São Gabriel |
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| A Comissão organizadora do encontro: Lilian Jobim, Chico do Bom Fim, Ronaldo Jobim, Gerson Jobim e eu... |
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
MAIS UMA DAS ANTIGAS...
Revirando meus guardados, deparei-me com este registro fotográfico do Festival da Canção Gaúcha Edilberto Teixeira – XV Fenovinos, realizado aqui em São Gabriel, no ano de 2003.
Na ocasião, fomos premiados em 1º Lugar com a composição Seqüencia de um legado, em parceria com os amigos Bento Nildo Goulart e o hoje consagrado cantor nativista André Teixeira, que, de quebra, levou também o troféu de melhor intérprete. Há 12 anos, direto do túnel do tempo....
Na foto, entre os músicos, este que vos fala, o "canário" André Teixeira, o grande poeta gabrielense Bento Nildo Goulart (de lenço azul), meu filho Kadu e a filhinha do Bento. Faz tempo...
DO BAÚ DE MEMÓRIAS, IMAGENS...
Imagens
Velhas
imagens
desgastadas pelo tempo.
Portas p'ra um mundo que já não existe mais...
Presas p'ra sempre
em cantoneiras corroídas
nos velhos álbuns, que os avós legaram aos pais.
Fotos antigas
como antigos eles eram...
Semblantes rudes de assinalados varões.
Mulheres simples,
de olhares cativantes.
Homens de lei, que forjaram gerações...
Ainda vejo, nos olhos destes senhores,
a esperança de um futuro promissor.
Ainda vejo no exemplo destes tauras,
a hombridade, que aprendi a dar valor.
desgastadas pelo tempo.
Portas p'ra um mundo que já não existe mais...
Presas p'ra sempre
em cantoneiras corroídas
nos velhos álbuns, que os avós legaram aos pais.
Fotos antigas
como antigos eles eram...
Semblantes rudes de assinalados varões.
Mulheres simples,
de olhares cativantes.
Homens de lei, que forjaram gerações...
Ainda vejo, nos olhos destes senhores,
a esperança de um futuro promissor.
Ainda vejo no exemplo destes tauras,
a hombridade, que aprendi a dar valor.
Ainda
vejo, no sorriso das crianças,
sonhos que o tempo concretizou ou desfez.
Este sorriso que eu busco nos meus filhos
sendo meninos, a sonharem outra vez.
Estes retratos
que as casas velhas escondem,
timbram paredes como se fossem janelas...
São testemunhas
silenciosas que observam
os nossos passos, como vivêssemos nelas...
Olhos que julgam
sonhos que o tempo concretizou ou desfez.
Este sorriso que eu busco nos meus filhos
sendo meninos, a sonharem outra vez.
Estes retratos
que as casas velhas escondem,
timbram paredes como se fossem janelas...
São testemunhas
silenciosas que observam
os nossos passos, como vivêssemos nelas...
Olhos que julgam
na
sentença do destino,
cada palavra, cada gesto e cada ato...
Nos resta apenas esperar a nossa vez
de ter o rosto
estampando estes retratos.
cada palavra, cada gesto e cada ato...
Nos resta apenas esperar a nossa vez
de ter o rosto
estampando estes retratos.
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