segunda-feira, 12 de outubro de 2009

IVONIR LEHER LANÇARÁ LIVRO NA 55ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE






A convite do jornalista, poeta, escritor e editor Rossyr Berny, estarei autografando o livro DE TEMPO E SAUDADE, no estande da Editora Alcance, Banca nº 84, durante a 55ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE. Dia 08 de novembro de 2009, às 19:30 horas, estarei aguardando os amigos gabrielense que residem em Porto Alegre e região para este importante evento literário. A Feira do Livro de Porto Alegre é uma das maiores feiras da América Latina.





domingo, 11 de outubro de 2009

PROGRAMA MALA DE GARUPA, RÁDIO BATOVI.

Na manhã de hoje, dia 11 de outubro, estivemos visitando o amigo, músico, cantor e radialista Edinho Perlim, no seu Programa MALA DE GARUPA, aliás, excelente programa, que vai ao ar todos os domingos, apartir das 09:00 horas, nas ondas da RÁDIO EMISSORA BATOVI, AM 700, de São Gabriel, RS.
Sorvemos um mate bueno, conversamos bastante, e divulgamos o livro De Tempo e Saudade. Edinho, com todo seu carisma, nos recebeu de braços abertos em seu programa, líder de audiência, com dezenas de participações de ouvintes de todo o Brasil, acessando o Site da Rádio Batovi, mandando mensagens pelo MSN, celular, etc...


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Quem ainda não escutou o MALA DE GARUPA, eu recomendo. Programa de qualidade, com uma conversa buena e de bom gosto, com convidados ligados a música e cultura do Rio Grande do Sul e uma seleção musical de altíssimo nível.
Pela internet, acesse o Site  http://www.radiobatovi.com.br/


ACORDES PAMPEROS, um disco "De fundamento"

Muito obrigado amigo Edinho por este convite e por tua hospitalidade.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

MOMENTOS DA 3ª FEIRA DO LIVRO DE SÃO GABRIEL


 Dia 02 de outubro estivemos autografando o livro DE TEMPO E SAUDADE na Praça Fernando Abbott, em São Gabriel.

 
*Fotos, gentileza do amigo Marcelo Ribeiro, do Blog CONTEXTONLINE.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

UM DIA MUITO ESPECIAL...

Sexta feira, 02 de outubro de 2009. Há dois dias de completar meus 35 anos, um dia inesquecível para este aprendiz de poeta. O dia começou frio e nublado. Nuvens escuras cruzavam o céu encoberto de São Gabriel. Aos poucos, o sol começou a conquistar seu espaço, preparando o ambiente perfeito para a abertura oficial de terceira edição da Feira do Livro de São Gabriel.


Convocado pelos amigos Chico do Bom Fim e Evandro Marques, estivemos na Rádio emissora Batovi de São Gabriel, divulgando a Décima edição do Canto da Terra, festival que muito nos honra, e da qual faremos parte da Comissão Avaliadora.

O apresentador do FILOSOFIA DE GALPÃO, Gilberto Melo, divulgando nosso livro "DE TEMPO E SAUDADE"...



... e às 17:00 horas, na Praça Fernando Abbott, 3 Feira do Livro, Sessão de Autógrafos, com meus filhos Cadu e Pedro, na companhia do escritor Tarso Teixeira.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

3ª FEIRA MUNICIPAL DO LIVRO DE SÃO GABRIEL





Dia 02 de outubro de 2009, 17:00 horas, sexta-feira, estarei autografando meu livro DE TEMPO E SAUDADE, durante a realização da 3ª Feira do Livro de São Gabriel, na Praça Dr. Fernando Abbott. A feira deste ano, será realizada no período de 1º à 04 de outubro, e terá como Patronese, a poeta gabrielense Clair Alves.

 
 

terça-feira, 22 de setembro de 2009

RECULUTA MUNICIPAL 2009, PARQUE DAS CARRETAS, SÃO GABRIEL

Momentos na Reculuta 2009...


Com os amigos Herlon Saquetto e Luiz Felipe Cornel


Com o Carlos Eduardo Leher e Aroldo Torres


Amigos do CTG Sentinela do Forte, compadre Marcos, Terê, Sinval, Marlene, Chico Lúcio e Vanessa, minha madame

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

UMA VIAGEM PRA PASÁRGADA


Pasárgada, a terra imaginária de Manuel Bandeira, foi tema do Concurso Literário organizado pela Editora Litteris do Rio de Janeiro, realizado com intuito de somar-se às homenagens ao autor durante a sétima edição da FLIP, Festa Literária Internacional de Paraty. Dos 1307 poemas inscritos, 119 compoem esta antologia. Ivonir Gonçalves Leher foi classificado com o poema "QUANDO EU ME FOR PRA PASÁRGADA".

O POEMA...
Quando eu me for pra Pasárgada

Quando eu me for pra Pasárgada
Com certeza hei de gostar
Sei que tem belas paisagens
Mil quadros pra se pintar...
E sinfonia de grilos
Cantando à luz do luar.

Não sou amigo do rei
- Por quê eu hei de mentir?
Lá não conheço ninguém
Mas mesmo assim vou partir
Quem sabe eu fico por lá
Se o rei assim permitir.

Talvez lá não haja fome
E nem criança sem pão
Miseráveis nas calçadas
E casas de papelão...
E nem grades nas janelas
Polícia, político ou ladrão.

O rei é justo e correto
Não faz acordos de ardil
Respeita as dores do povo
É educado e gentil
Já andou pelo mundo inteiro
Mas não conhece o Brasil.

Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui não é o meu lugar...
Lá quero viver feliz
Poder dormir e acordar
Numa rede na varanda
Tendo sonhos pra sonhar.

Vou-me embora pra Pasárgada
Para nunca mais voltar.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

POEMA DO DIA

PRA FALAR DE AMOR

O meu olhar buscou o teu sorriso
Guardei tua imagem na minha retina
Teu jeito doce de suave menina
Maçã do amor, do meu paraíso...

És a mais bela, do jardim em flor
A cor mais viva de minha aquarela
Todo o perfume de mil primaveras
A frase certa pra falar de amor.

Quero teu beijo buscando minha boca
Teu corpo esguio vestindo minha roupa
No amanhecer de um dia qualquer...

Como se fôssemos uma só pessoa
A viver juntos esta vida boa
Te quero sempre pra minha mulher.




( Do livro De Tempo e Saudade)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

POEMA DO DIA

AS ÁGUAS DE MINHA SAUDADE

Uma velha trempe de arame
Pairando sobre o braseiro
Uma fumaça de palheiro
Se espalhando no galpão...
Um João de barro no oitão
Prenunciando primavera
Um silêncio de tapera
De apertar o coração.

Uma cambona chiando
Na esperança de outro mate
Um ovelheiro que late
Lá p’ras os lados da mangueira
Um rangido de porteira
De alguém que chega ou se vai
E um fim de tarde que cai
Na mansidão da fronteira.

São coisas simples que ficam
Registradas nas retinas
Imagens tão pequeninas
Que os olhos guardam pra si...
E lá do fundo da alma
Espiam de vez em quando
Quando me pego mateando
A lembrar de onde vivi.

Um tilintar de chilenas
Anunciando o fim da lida
A quietude ganha vida
O galpão se torna casa...
E quando a noite abrir asas
Sobre estes filhos do campo
As vozes se tornam cantos
Na claridade das brasas.

Uma cantiga campeira
Um dedilhar de violão
Uma roda de chimarrão
E um “- buenas, chegue p’ra perto”
Um fragmento de verso
E um poncho carnal vermelho
Secando junto ao braseiro
As deságuas da saudade.

Saudade que vive em mim
Depois que vim p’ra cidade
Troquei minha liberdade
Pelas grades e concretos...
E os sonhos, hoje dispersos
Não são mais os que eu sonhava
A riqueza que eu buscava
Lá fora “tava” tão perto.

( Do livro De tempo e saudade)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

POEMA DO DIA

A PARTIR DE HOJE, ESTAREMOS POSTANDO 1 POEMA POR DIA, TRAZENDO POEMAS DO LIVRO "DE TEMPO E SAUDADE"


A MÃO DO TEMPO

Estas saudades
que povoam rimas,
vertem silêncios
na boca da noite

são sois de outono
em meus arrebóis
gumes de vento
em febris açoites...

quem retira as trancas
das portas do medo?

quem esconde as chaves
dos quartos de hora?

É a mão do tempo
que conduz as coisas
e afaga os dias
de quem ri ou chora.

( Do livro De tempo e saudade)

domingo, 23 de agosto de 2009

JÁ ESTÁ DISPONÍVEL O LIVRO DE TEMPO E SAUDADE




De São Gabriel, os Marechais da terra. No campo-desquartel da poesia, eis que nos chega o jovem Ivonir Gonçalves Leher. Na hierarquia do poema, falo de alguém que já se inaugura - oficialmente em livro solo - em forma de Oficial, com o perdão do imperdível trocadilho. É que, nessa constelação de estrelas-no-ombro, ele chegou já em estado de pós-soldado para honrar, no futuro-ali-na-esquina, o título da cidade-mãe. Se não no ombro, no coração. Esperem, e verão: mesmo que seja em algum futuro inverno gabrielense. Quem viver, verá.

Quem já conhece o trabalho dele em algumas (muito boas) composições de festivais, não ficará por demais admirado: sabe que o poeta é de boa cepa, e veio dos veios da terra para ficar. E para dizer a que veio, também.

Metáforas vigorosas, imagens fortes, concisão: elementos fundamentais para o fundamento do poeta. Está a caminho um grande nome da literatura sulina. Ivonir Leher é um autor que, mesmo ainda jovem, é capaz de produzir interessantes e inquietantes reflexões sobre o tempo, a saudade, e a dor (sublime) de estar-no-mundo.

Ausência, distância e coração permeiam seus poemas com uma verdade que vem assim, cordianamente (cordis / coração) do sul do Rio Grande do Sul, mas pode galopar até algum onde ou até algum-alguém que seja capaz de ler e dar vaza à sua voz, competente e sincera.

O poeta em questão é capaz de produzir versos como “fantasmas jogam paciência no porão” (...) “cronos deixou cair a ampulheta” (...) “o senhor do tempo , no seu trono pendurado, rege o sono dos plebeus”.

O que mais dizer? Pendurado (ou pendulado), o relógio do tempo fará jus ao nome que se inaugura. O tempo abre o livro das respostas. Em presente ou demorância, costuma ser assim. Aqui ou em outro lócus neste mun-dão-velho-sem-porteiras. O artista – quando artista - vence o tempo.

Parabéns ao poeta e – principalmente - a estes primeiros leitores: estarão acompanhando o nascimento de um grande.


Jaime Vaz Brasil
Poeta e compositor

quarta-feira, 22 de julho de 2009

DE TEMPO E SAUDADE


EM SETEMBRO, JUNTO COM A PRIMAVERA, O LANÇAMENTO DO PRIMEIRO LIVRO DO POETA IVONIR GONÇALVES LEHER, PELA VIRTUAL BOOKS EDITORA.

domingo, 31 de maio de 2009

OS VERSOS, no concurso ALPAS XXI - Destaque Literário Nacional


OS VERSOS

Os versos trazem lembranças
De paixões reprimidas
Trazem antigas saudades
Mentiras, verdades
Nas madrugadas compridas.

Os versos trazem nas linhas
Coplitas de um cantador
Trazem nas rimas guardadas
Cartas marcadas
E sonhos de um sonhador.

Os versos são os luzeiros
De uma noite sem estrelas
São almas de pirilampos
Vagando nos campos
Abrindo porteiras.

Dormem em velhas estantes
Em livros empoeirados
Em estrofes esquecidas
Que pedem pra serem lidas
Em poemas recitados.

Os versos são aves tristes
Que levam os sonhos meus
São mãos que ficam na espera
Quando acenam adeus.

Adeus que ficou no tempo
Nos olhos de quem espera
Que um dia os versos lhe tragam
Lembranças de quem partiu...

Poema publicado na Coletânea ELDORADO, abril 2009 e fará parte da Coletânea OLHAR ANDARILHO, com os poemas finalistas do concurso literário.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

RESULTADO DO III CONCURSO INTERNACIONAL DE POESIAS, CONTOS E CRÔNICAS LETRAS PREMIADAS - ALPAS XXI

RESULTADO DO CONCURSO INTERNACIONAL DE POESIAS, REALIZADO EM CRUZ ALTA - RS.
IVONIR LEHER, DESTAQUE NACIONAL DE LITERATURA/POESIA

POESIAS
1º lugar - O amanhã – Janise Dankio – SP - SP

Destaques nacionais

Reginaldo Costa de Albuquerque – Dois vultos; Um passarinho
Sérgio Martins Pandolfo; As águas de março; Divino ser
Condorcet Aranha – Despedida que tortura; Estrada do destino; Na decadência do ser, partir poeta;
Agenor de Mello Coelho – Na ciranda do medo;
Éder Rodrigues - Pelos lugares onde a gente ainda não foi; A arte de esperar pela chuva;
Rita Velosa - SP - Pobre Deus! LER -
Dulce Ana da Silva Fernandes – A sós com minhas cantigas de ninar
Elza Pinto Alemão - A mesma janela
Ivonir Gonçalves Leher Os versos
Jussara Gabin - Lúdica
Sandra Popoff - Olhar Digital; Uno; Geometria
Raimundo Nonato - Os Seres e o Charco; Percurso
Delma Gonçalves Mattos da Silva – A importância da leitura em minha vida.
Geraldo Trombin - Fiz, parei, voltei a fazer
Miguel Russowsky – Saudade...; Caderno ou jardim
Lenir Moura - Tudo
Lígia Antunes Leivas – Apaixonadamente
José Borges de Abreu - Este sonho de criança; Eu, a china e o rancho; Terneiro guacho
Alfredo Nogueira Ferreira – SC -Lua vermelha -
Regina Araújo – Matando a morte
Sheila Maria da Silva Leijoto – A viagem
Eloísa Porazza – Cruz Alta, cidade do tempo e vento; Caminhemos
Hary Jung – Duas asas; Branca frágil; Teus e meus versos
Maria Islair Duarte Lages – Presente de Natal
Renata Paccola – Procura
Edy-Lamar D’Oliveira – Eu sou
Augusto Sérgio Bastos – Página virada
Sílvia Rejane Peyrot – Poesia: Beleza divina – Cruz Alta
Carlos Vicente Fagundes do Amaral - Érico Veríssimo... ; Poema para minha filha, Raquel – Cruz Alta - RS

quinta-feira, 2 de abril de 2009

COLETÂNEA ELDORADO - CONTOS, POEMAS e CRÔNICAS



Tive o privilégio de fazer parte de mais esta publicação, juntamente com escritores do Brasil inteiro, levando a poesia deste Rio Grande a todos os cantos deste mundão velho de Deus...

Título: "ELDORADO vol XIII" - MAIO 2009
Lançamento: Abril de 2009
Editora: E.D.L/Celeiro de Escritores - São Paulo